Opinião: The Hungry City Chronicles – Editorial Presença

Desta feita trago-vos uma saga do autor Philip Reeve, da qual ainda só foram publicados os 3 primeiros livros pela Editorial Presença.

Esta saga não tem nome em Português daí o titulo em Inglês deste post.

engenhosmortiferos

por Philip Reeve (Autor)
Coleção:Via Láctea
Nº na Coleção: 17
Data 1ª Edição: 27/02/2004
Nº de Edição:
ISBN: 972-23-3160-4
Nº de Páginas: 256
Dimensões: 150x230mm
Sinopse: 
Numa época pós-apocalíptica, há muito que os seres humanos abandonaram a vida no solo do planeta Terra, e apenas os bárbaros aí permanecem. Todas as cidades, das mais pequenas e insignificantes às grandes metrópoles alimentam-se umas das outras devorando-se segundo as regras de um Darwinismo Municipal profundamente desumanizado. Sempre que uma cidade é capturada é integrada no interior da sua predadora. Londres, uma das metrópoles só poderá tornar-se soberana se dizimar milhões de seres humanos sem dó nem piedade, e muitos estão prontos a fazê-lo. Tom e Hester testarão todos os seus limites na tentativa de impedir o genocídio, mas será a sua coragem suficiente para travar aquele plano diabólico? Uma leitura única, enriquecida pela simbiose de vários géneros literários – thriller noir, ficção científica e aventuras fantásticas. Engenhos Mortíferos é o primeiro volume de uma trilogia.
ouroPredador
Coleção: Via Láctea
Nº na Coleção: 20
Data 1ª Edição: 10/06/2004
Nº de Edição:
ISBN: 972-23-3204-X
Nº de Páginas: 268
Dimensões: 150x230mm
Sinopse: 
Este autor fez a sua estreia literária com Engenhos Mortíferos, título já publicado na colecção «Via Láctea» e primeiro desta trilogia. Não só a recepção do público foi entusiasta como conquistou o Nestlé Smarties Book Prize Gold Award de 2002.
O Ouro do Predador é a sequência do primeiro volume, uma história decorrida num mundo apocalíptico em que os humanos são forçados a viver em metrópoles perpetuamente em movimento, protegidas das radiações no exterior. Isso não impede todavia que se guerreiem constantemente, como verdadeiros predadores em relação umas às outras, num sistema designado por Darwinismo Social. Neste segundo livro, reencontramos os jovens Tom e Hester que, após dois anos de despreocupadas deambulações, se encontram de novo confrontados com tenebrosos perigos. Um épico imaginativo e empolgante, que certamente não decepcionará os que leram Os Engenhos Mortíferos e vibraram com o poder da imaginação do seu criador.
Máquinasinfernais
Coleção:Via Láctea
Nº na Coleção: 37
Data 1ª Edição: 19/01/2006
Nº de Edição:
ISBN: 972-23-3490-5
Nº de Páginas: 288
Dimensões: 150x230mm
Sinopse:
Philip Reeve é o autor desta fascinante série que a colecção «Via Láctea» tem vindo a publicar:Engenhos Mortíferos (2001) e O Ouro do Predador (2003) foram os dois primeiros títulos e, entre todos, incluindo agora Máquinas Infernais (2006), existe continuidade. Estes sucessivos episódios passam-se num futuro longínquo, pós-apocalíptico, milhares de anos após a Grande Guerra dos Antigos (nós!) que praticamente destruiu o mundo em sessenta minutos. Neste livro reencontramos Tom e Hester, um casal de aventureiros que após sangrentas lutas encontrou refúgio em Anchorage, a sumptuosa e decadente metrópole, agora sedentária, na costa do Continente Morto (a América do Norte), onde a natureza se regenerara o suficiente para oferecer um ar respirável e um território reverdecido. Aí vivem pacificamente com a filha de 15 anos, Wren. Contudo, quando os Meninos Perdidos entram de novo em cena, tudo recomeça. Uma história fantasticamente imaginativa e trepidante de acção, a que não falta uma subtil ironia que atinge certeira a civilização dos Antigos…
Opinião:
Antes de mais um pequeno detalhe, apenas li os livros publicados pela Presença e lanço aqui o desafio para publicarem o 4º livro, pois o final do 3º… digamos que não conclui :D, precisamos do 4º Urgentemente 😉 para quem quiser saber algo pode sempre consultar o Goodreads.
A saga retrata o nosso querido Planeta Terra uns bons milhares de anos no futuro (ou se calhar só algumas centenas, hum…) num clima pós-apocalíptico e steampunk em que devido à falta de recursos e para garante da sobrevivência un certo engenheiro em Londres arranjou forma de elevar completamente a metropole e dotá-la de meios de locomoção, imaginem um misto de monster trucks americanos e aqueles camiões gigantes das minas a céu aberto, mas N vezes maiores.
SuperTruck
E qual o objectivo de dotar as cidades de mobilidade, a caça de recursos, segundo uma nova teoria, o Darwinismo Municipal onde as Metropoles mais fortes caçam as mais fracas e absorvem os materiais e recursos para si. O que leva a cenas de perseguições ao gênero BBC Vida Selvagem mas com cidades umas atrás das outras durante horas ou mesmo semanas por essa terra devastada e lamacenta onde antes existiu uma Europa, existindo cidades anfibias, voadoras, necrofegas e até mesmo piratas.
A acção começa a “bordo” da Metropole Londres uns valentes séculos após se ter tornado móvel, onde vamos encontrar um orfão aprendiz de historiador, Tom Natsworthy que idolatra e almeja ser como Thaddeus Valentine o presidente do Grémio dos Historiadores e mundialmente famoso arqueologo.
Nas suas lides Tom depara-se com um atentado à vida do seu idolo e tenta capturar o culpado, nessa tentativa leva-o para o mundo exterior onde para subreviver terá de se aliar a Hester Shaw, a meliante com uma brutal cicatriz na cara que tentou matar Valentine.
Na tentativa de regressar a Londres, Tom e Hester encontram uma “aviadora” Anna Fang e tomam conhecimento mais aprofundado sobre a Liga Antitracionismo e a sua incansável luta de tentar parar as Metropoles Predadoras e re-estabelecer a ordem da natureza.
Com os principais elementos lançados vamos acompanhando esta dupla improvável numa roda viva de peripécias há medida que alguns segredos dos Antigos são revelados e as terriveis consequencias e efeitos desses segredos.
Aconselho vivamente a leitura desta serie para qualquer leitor dos 8 aos 80 😀
Tem vários apontamentos que nos fazem questionar o rumo actual que a Humanidade está a tomar e se o cenário que o autor criou será apenas ficção e não uma possibilidade futura.
Dei 4 estrelas no Goodreads porque não é possivel dar 4,5 e porque há algumas partes da narrativa em que temos a sensação de atropelamento criativo na escrita e que choca com o ritmo próprio dos livros.
Fica aqui o repto à Editoria Presença para publicarem o final desta saga e para quem quiser saber mais informações sobre os livros já publicados é dar uma vista de olhos no site da Presença.
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Posted on 8 de Outubro de 2015, in Editora, FC&F, Reviews and tagged , . Bookmark the permalink. 1 Comentário.

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